segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sobre o amor.


Amo você.

Amo quando está comigo,

Porque assim estamos vivendo.

Amo quando está longe,

Porque posso então pensar em você.

Amo a tua essência.

Amo tudo o que está se criando.

Pra quem vê,

Ou quem se der o trabalho de ler,

Pode pensar numa pessoa talvez loucamente apaixonada,

E sem senso crítico.

E daí, pra que senso crítico?

A preocupação é no sofrer.

E será que não é isso que ela quer?

Ela quer amadurecer.

Quer aprender a cultivar o amor.

No inicio é assim ele se dá de forma confusa.

Agora, parece aos olhos de quem vê,

Que está sem controle.

Mas não está não importa o que a outra sinta,

E sim o que você sente.

Pode ser um toque egoísta,

Mas é para pensar que,

Quando amamos, compartilhamos almas...

Delegamos um poder ao outro que ele não tem.

E nunca vai ter.

Cria-se um ilusão,

Por exemplo, o poder de lhe fazer feliz,

Ninguém nunca conseguirá isso.

Você se fará feliz.

Parece duro, mas é a pura verdade.

Ame você, o outro.

E curta isso de forma leve.

Não conte com o outro nos seus planos,

Afinal de contas eles são seus.

Ao longo do tempo,

Se esse sentimento acontecer novamente,

Perceberão que a união de vocês,

Ficou igual a três.

A relação do eu, o outro e do nós,

Que conforme a disposição afetiva,

Será construída por vocês, e não por um.

Não se prenda, ame com responsabilidade.

E viva o que tiver de melhor para ser vivido.

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