Ao meu pai,
Aquele homem que com 9 anos,
começou a trabalhar para lutar,
E ter um vida melhor.
Aquele alto, magro que quando chegava,
Assoviava e eu ia correndo encontrá-lo.
Então ele me pegava no colo,
E com todo carinho,
Me dava um beijo na testa.
E dizia: Essa é a menina do papai.
Quanta admiração guardada.
É muito amor.
Eu cresci, estou me tornando uma mulher.
Mas é impossível esquecer todo o meu amor.
As melhores lembranças da minha infância,
Você está nelas.
Te amo, pai.
domingo, 10 de outubro de 2010
Ao grande amor da minha vida.
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