Eles combinaram de sair, foram tomar cerveja. E assim foi a sexta-feira ensolarada, nada melhor que um boteco no fim da noite, com um copo americano e cerveja dentro. Assim a noite deles começou, com muita alegria. Eles tentam se conhecer, revelando experiências. Ao mesmo tempo de certa forma, eles se defendem, eles gostam de esconder. Portanto eles sempre acabam no campo do abstrato, é mais fácil falar do que não é real. Mas é preciso comentar que o papo preferido deles é o amor, eles adoram filosofar sobre isso. É a grande dificuldade deles. Amar. Um faz escolhas corretas, mas têm medo de seguir adiante e se arrepende as vezes. Ele curte um fantasia que ele se basta. Pois é quem sabe, ele que está certo, né. Já ela quer ir adiante, viver o amor, mas infelizmente não sabe escolher. Ela é uma pessoa intuitiva, mas não escuta, e aí se frusta. A noite foi rolando, as risadas também e mais que derrepente um outro companheiro chega a mesa e conta lindas histórias sobre ídolos, e depois se vai. Pois é o bar fechou e eles queriam curtir.Foram dançar, ver gente, encontrar amigos, e foi bom. Esses dois velhos de formas distintas gostam do bloco do eu sozinho. Um deles já amadureceu essa ideia, ela tenta ainda. A noite terminou os dois meio bêbados, rindo à toa e da vida.
domingo, 10 de outubro de 2010
Dois velhos saindo.
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