Dois jovens num corredor a conversar sobre a vida, tentando abstrair o cotidiano, as vezes até filosofando a vida e o amor. E o que é melhor, não chegam a nenhuma conclusão e achando um máximo não chegar nela. Até que em um momento, ele define o fim como uma coisa positiva, e ela se assusta ainda tem medo desse fim, porque sempre alguém perde e esta continua cansada de perder. Ele parece que entende do amor. O que está nos olhos dele é uma vontade de simplesmente viver! Ela está num momento de questionamentos que são aparentemente iguais do que ele não quer mais saber , mas ele reflete com ela. Ela está digamos um tanto desencantada. Então ela fala de um amor construído. O que seria isso?É um amor que arde, envolve, enlouquece acompanhado do tempo que vive intensamente para os dois. Um coisa bonita desse encontro, foram duas almas acho que amigas, se percebendo nesse mundo, trocando ideias, olhares e vendo que tem muito mais em comum do que poderiam pensar, e rindo das suas próprias velhices.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Papo de dois velhos.
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