Hoje vai ser diferente o texto, não vai ser poético, aliás não vai tentar ser, né. Porque eu mesmo de poeta nem tenho cara. Hoje vou falar, de agora..dos momentos que de vez em quando a gente vive, de raiva, angústia. A PORRA da ansiedade para que as coisas aconteçam, que o telefone toque e seja o carinho que se está aguardando, ou a proposta esperada. E aí você pensa que vive um vazio, mas está vivendo mesmo o cheio. O cheio de coisas dentro de você que começam a incomodar, e tudo passa a irritar. Limite de frustração: 0..... o telefone no silêncio. Falta do que fazer? Impossível, pilhas de atividades. Cabeça rodando na procura do que não se tem, precisando desabafar não sei o que, mas sabe o destino que quer chegar. As pernas balançam...mas não dançam. Num sei, fico viajando aqui no meu quarto e pensando, será mesmo que estamos na era do vazio? Será? Eu penso que estamos na época dos lotados, super lotados...Penso no vazio como o momento da incógnita, onde tudo está tão confuso que é melhor dizer que está vazia, do que com um balde de lamentações ou entupida de lixo que são emanados pela vida que se escolhe viver. Pois é eu me pergunto. Eu admito, que eu sinto vazio dentro de mim, me sinto só, me sinto incompreendida. Porém me sinto perdida no mundo de milhões de possibilidades, onde não consigo escutar meu próprio desejo porque está massificado em cima de milhões de outros impostos. E eu? Nesse meio, penso o que?, faço o que?, gosto do que e o que é que eu quero? São perguntas que faço sempre, sou crítica mesmo. Doidera. Prazer e dor, unidos num só corpo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
O momento liquidificador.
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