Quase que menina,
Quase que mulher,
Passando, andando,
Vivendo.
E dentro do peito carrega a mais fina flor e dor.
Que espera o momento para sair.
Flor essa que alimenta sua alma.
Que mostra a beleza de cada dia,
De poder acordar o ver o sorriso doce de uma criança,
De ver a vida mudar,
E essa dor mais que pesar.
Construindo buracos.
Faz o rombo, sem deixar nome, telefone e endereço.
E ela que mergulhe nas profundezas do mar subjetivo
Para descobrir os porquês, caso isso seja possível.
As alternâncias do ser.
É com elas que se vive.
Experimente.
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