quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Mais uma vez reticências...

Quase que menina,

Quase que mulher,

Passando, andando,

Vivendo.

E dentro do peito carrega a mais fina flor e dor.

Que espera o momento para sair.

Flor essa que alimenta sua alma.

Que mostra a beleza de cada dia,

De poder acordar o ver o sorriso doce de uma criança,

De ver a vida mudar,

E essa dor mais que pesar.

Construindo buracos.

Faz o rombo, sem deixar nome, telefone e endereço.

E ela que mergulhe nas profundezas do mar subjetivo

Para descobrir os porquês, caso isso seja possível.

As alternâncias do ser.

É com elas que se vive.

Experimente.

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