quarta-feira, 25 de maio de 2011

&*#@%!*%¨$#@&!

Só queria descobrir pra que tanta cena, tanto teatro nessa tua vida? Que eu olho e não vejo graça, nem sal, nem pimenta. Tu come o amargo todo dia, por não aguentar ser quem tu és. E repassa todo esse sabor em doses homeopáticas por onde caminhas. Em cada passo, um espinho gruda no solado. O dia que não puder caminhar mais, talvez tu consiga compreender o percurso que fez, e ver que o fel com algum aromatizantes fortes engana durante muito tempo, se passando pelo mel. Porém, o fel é muito forte e não deixará se apagar. Ele quer seu espaço, e desse jeito ela vai aparecer e quando outro sente o gosto da tua essência, não aguenta nem ver novamente.

um pedaço.

Na cabeça muita dor lateja, realidade se apresenta de forma inóspita a sua sobrevivência. Ao redor, elementos extremamente estranhos a sua essência que estão lhe consumindo. O relógio gira e o tempo parado. E ela pensando, sentada, olhando para vida diante da tela do computador. O pensamento aliou-se ao tempo e parou. E nesse contexto chega as grandes AA's para lhe fazer companhia nesse momento que ela pensava ser de solidão. Ô como era melhor antes.É dificil enxergar alguma coisa em meio a tanto sentimento e a vínculos partidos. O vazio tomando todos os centímentros que sua existência alcança. Após, tempos incalculáveis, ela pensa em se alimentar, dessa forma alguma coisa dentro dela será concreto. Em seu pensamento pode ser que sua alma se preencha de nutrientes. Sua mãos trêmulas lhe suplicam um pouco de calma e ela diz para esta: " Espere, estou entrando em contato comigo e devo sentir isso". A ausência de si. A força do agir,sem querer pensar, fazem com que ela se arrependa diariamente as vezes até mesmo de sua vida. Peso pesado pra um, e peso leve pra outro, pesa nas pálpebras dos olhos a dor de cada de dia, e a dificuldade de nomear o inominável.